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No Topo do Monte Roraima: um Trekking ao Mundo Perdido

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VIAGEM À AMAZÔNIA – Parte 8 (final) 28/05/2012 - Aquela viagem de “descobrimento” da região amazônica já se aproximava do fim. Um mês inteiro se passara desde que eu tinha partido do Rio Grande do Sul e pousado em Belém para iniciar uma pequena jornada em terras distantes, uma aventura por cidades, estradas, florestas e rios do norte do Brasil. E depois de ingressar em território venezuelano para uma visita ao Salto Angel , permaneci ainda uma última semana na Venezuela, para então fechar a viagem com chave de ouro em um trekking de seis dias até o topo do Monte Roraima , a extraordinária fortaleza de 2.810 metros de altitude localizada na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana .

Manaus: da Metrópole à Selva Amazônica

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VIAGEM À AMAZÔNIA – Parte 6 Minha despedida do Pará foi marcada por um generoso “chá de banco” no acanhado aeroporto de Santarém , enquanto esperava por um voo que decolaria no meio da madrugada para Manaus. Ainda com sono atrasado da noite anterior, depois de jantar um P.F. de pirarucu acompanhado por uma tigela de açaí, deitei nas cadeiras do terminal e consegui dormir algumas horas antes do momento de embarcar. Por causa daquele horário obsceno de chegada em Manaus, eu tinha tomado a precaução de deixar previamente agendado um transporte que me levasse sem demora até a cama mais próxima, já no centro histórico da cidade. Graças a isso, eu ainda pude contar com valiosas horas de sono antes de iniciar um dia de passeios pelos principais pontos turísticos de Manaus, tais como o Teatro Amazonas, o encontro das águas, o Mercado Municipal, o Porto de Manaus e a Praia da Ponta Negra . Mas não só de atrações urbanas vive o turismo de Manaus, já que ...

Santarém, Alter do Chão e os Encantos do Tapajós

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VIAGEM À AMAZÔNIA – Parte 5 Três dias depois de zarpar de Belém , o barco Nélio Correa finalmente atracou em Santarém no início da noite de 11/05/12. Era hora de desamarrar a rede do convés, botar a mochila nas costas e voltar à terra firme. O clima estava muito agradável e havia bastante gente pelas ruas, relaxando e aproveitando a brisa fresca à beira do cristalino Rio Tapajós , que nesse ponto junta-se às águas marrons do Amazonas, formando o fenômeno do “encontro das águas” bem em frente à cidade. Além da cidade de Santarém, uma das mais antigas e significativas da região amazônica, meus planos por aqui incluíam também uma visita às comunidades ribeirinhas na Floresta Nacional do Tapajós , assim como Alter do Chão , eventualmente conhecida como "Caribe brasileiro", ou ainda, “a praia de água doce mais bonita do mundo” como já chegou a afirmar um jornal britânico.   

Três Dias de Barco pelo Rio Amazonas

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VIAGEM À AMAZÔNIA – Parte 4 Desde a época em que eu ainda rascunhava os primeiros planos para esta viagem à região norte do Brasil, a ideia de navegar pelo Rio Amazonas já constava no topo das prioridades. Mas como era de se esperar, arranjar aquela viagem de barco de Belém a Santarém não foi tão simples e prático como, por exemplo, reservar e comprar uma passagem aérea. No fim da manhã de 08/05/2012, logo após retornar da Ilha de Marajó , peguei um ônibus até o lugar de onde meu barco sairia no início da noite, um porto acanhado já na periferia de Belém. Depois de realizar uma espécie de check-in , fui autorizado a ir a bordo para deixar minha mochila e também para amarrar com antecedência minha rede no convés, procurando escolher um bom lugar para aquele que seria meu leito nas próximas três noites. Feito isso, retornei ao centro da cidade para aproveitar as horas que ainda faltavam até que os estivadores concluíssem o carregamento do barco, coisa que só foi acabar às 23h,...

Desembarcando na Ilha do Marajó

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VIAGEM À AMAZÔNIA – Parte 3 A Ilha de Marajó é o maior pedaço de terra do mundo banhado simultaneamente por águas marítimas e fluviais . Ao longo da sua vastidão, mantém exuberantes riquezas naturais, além de ter sido berço da peculiar cultura marajoara, que se destacou, entre outras particularidades, por possuir a mais bela cerâmica dentre as já produzidas por povos indígenas em solo brasileiro. Para quem viaja à Amazônia, a Ilha de Marajó torna-se um passeio bastante viável a partir de Belém, de onde saem barcos regulares rumo ao porto de Camará, acessível após três horas de navegação pelo rio Amazonas, a partir da capital paraense. Então, no dia 05/05/12, caí da cama às cinco da manhã para tomar um táxi até o porto de onde partiria o navio das 06:30 para o Marajó. Cheguei a tempo de comprar a passagem, juntamente com uma deliciosa tapioca “pra viagem”, que acabei devorando antes mesmo de ir a bordo

Algodoal, a Natureza Bucólica do Litoral do Pará

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VIAGEM À AMAZÔNIA – Parte 2 O Estado do Pará , apesar de ser a principal porta de entrada para os viajantes que ingressam no norte do Brasil ávidos por um contato com a floresta Amazônica, tem muito mais a oferecer aos seus visitantes além da selva que a maioria espera encontrar. Consciente disso, depois de conhecer a capital Belém, reservei alguns dias para ir a Algodoal , uma bucólica ilha do litoral paraense nas proximidades da foz do Rio Amazonas, recanto de cenários que incluem praias desertas , dunas de areias brancas e lagos de água doce, tudo em meio a mais absoluta tranquilidade, ou dependendo das circunstâncias, ao total isolamento.

Belém do Pará - Centro Cultural da Amazônia

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VIAGEM À AMAZÔNIA – Parte 1 O sol do dia 29/04/12 ainda nem tinha raiado direito e eu já estava nos ares, atravessando o país rumo à Belém – PA , no início daquela tão aguardada viagem pela região Norte , um Brasil que eu ainda não conhecia. Uma escala e algumas horas de voo depois, já era possível observar lá embaixo o verde da floresta amazônica, à medida que o avião ia se aproximando da capital paraense . De mochila nas costas, saindo do aeroporto, sou auxiliado por um rapaz que prontamente vem me informar qual ônibus pegar para ir ao centro e de quebra, ainda faz questão de me atualizar sobre os últimos casos de roubos a turistas na cidade. Ligeiramente alarmado com tão calorosa recepção, procuro filtrar as informações recebidas e sigo para o albergue previamente reservado. Pouco depois lá estava eu, batendo perna pelas ruas de Belém, em certos locais ainda receoso na hora de sacar a câmera fotográfica da bolsa, mas felizmente, sem precisar abrir mão de ir onde me desse na telha...

35 Dias na Amazônia - Descobrindo o Nosso Brasil

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VIAGEM À AMAZÔNIA – INTRODUÇÃO Se tem uma coisa que chama atenção dos viajantes que eventualmente percorrem o Brasil de ponta a ponta, é a diversidade geográfica e cultural encontrada ao longo deste nosso país de dimensões continentais. São como diversos “Brasis”, que mereceriam, cada qual, ser visitados e descobertos individualmente em todas as suas peculiaridades. Para este brasileiro sulista que vos escreve, a Amazônia figurava até pouco tempo atrás como território desconhecido, limitado ao imaginário, enquanto a vontade de colocar os pés por lá só fazia aumentar.